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Team Tanfoglio Brasil 2017 – Dália Amorim

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Praticantes e apaixonados pelo tiro prático como somos, eu e meu pai estamos sempre em busca de novos talentos.

No meio do ano passado, através do Facebook, vi um vídeo de Dália Amorim, uma atiradora de Maceió, que havia começado no IPSC há pouquíssimo tempo. Esse vídeo me chamou a atenção por um motivo – normalmente, quem começa no esporte, por mais preparado que esteja fisicamente, não consegue se movimentar com tanta facilidade. O que vi na Dália foi justamente o oposto – deslocamentos com explosão e velocidade,  porém sem muita técnica.

Na penúltima etapa do brasileiro em Manaus, tive o prazer de conhecê-la. Falei a respeito dos deslocamentos e perguntei quais eram suas pretensões no tiro prático. Dália agradeceu, disse o quanto se identificou pelo IPSC, e que desde então o esporte era sua prioridade. Me disse ainda, que era muito competitiva e que nunca deixaria de praticar o tiro.

Conversamos sobre meus cursos e 2 meses depois, ela veio para SP para 2 dias de aprendizado junto da nossa super campeã das antigas Carol Faci.

Se me dissessem para definir a Dália em uma palavra, eu diria: persistência! Ministro cursos com meu pai desde 2000 e vi poucas pessoas com a dedicação e força de vontade dela.

dalia_02Devido a imensa vontade de crescer e também atirar fora do Brasil, Dália viu a  necessidade de migrar para uma divisão oficial. Logo de cara eu indiquei a Production, que na minha opinião é a divisão mais interessante atualmente.  O objetivo era iniciar 2017 de equipamento novo. Ela foi atrás e há duas semanas, Dália já está com a sua Tanfoglio Stock II prontinha.

Mesmo com pouca experiência, ela já mostrou que não chegou para brincar. No seu primeiro ano de IPSC já finalizou como vice campeã brasileira na categoria Damas Light. O talento da Dália para o esporte, somado a dedicação nos treinos e persistência em busca da perfeição,  fizeram com que nós, da Tanfoglio Brasil e Cursos Águia , a convidássemos com muita honra a participar do nosso time.

Bem vinda, Dália! Que você venha para somar e tenha um brilhante futuro no nosso amado tiro.

 

Um pouco mais sobre Dália:

1) Como e quando foi seu primeiro contato com o tiro?
R: Meu primeiro contato com o tiro foi em 25 de Julho de 2015, onde ocorria uma prova de carabina de ar. Vi o convite aberto ao publico em um conteúdo informativo na academia e decidi participar. Até então sem nenhuma intenção de me tornar uma atleta de tiro esportivo. Tive a felicidade de conhecer o presidente do clube CATO (Clube Alagoano de Tiro Olímpico) e o interesse de conhecer o esporte mais a fundo. Após algumas semanas iniciei o treinamento de uma modalidade do tiro esportivo chamada “Duelo 20 segundos”. Nesta modalidade eu atirava com 5 armas curtas (pistola maior e menor, revolver maior e menor e snub). Comecei a participar das provas estaduais e logo me confederei a CBTE, participando das provas nacionais até Junho de 2016.

dalia_032) Como o Tiro Pratico surgiu na sua vida?
R: Em outubro de 2015 tive minha primeira vivência com o IPSC e no mesmo mês já participei da minha primeira prova no estado de Pernambuco. Achei esta modalidade muito desafiadora por envolver destreza sem perder a precisão. Desde então me propus a viajar pelo nordeste e adquirir mais experiência de prova e conhecimentos teóricos. Durante um pouco mais de 6 meses pude ir a provas em Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Bahia, após este período resolvi abandonar o tiro esportivo e me dedicar apenas ao IPSC, me confederei a CBTP e fui em todos os nacionais conseguindo o titulo de vice-campeã brasileira na divisão light, categoria damas. 

3- Quais os esportes já praticou e/ou pratica?
R: Venho de uma vida esportista e sempre cheia de desafios. Durante quase 4 anos fui surfista de body boarding, competi por um pouco mais de 2 anos corrida aventura, e no decurso de 6 anos fui atleta de alto rendimento de jiu jitsu pelo clube Gracie Barra. Hoje pratico musculação e exercícios funcionais que estimulem melhorias nas habilidades motoras voltadas para o IPSC. 

4- Como se sente indo para a divisão Production? Notou muita diferença da Glock 380 para a Tanfoglio Stock II 38sa?
R: Agora nesse ano de 2017 inicio um novo ciclo da minha jornada de atleta de tiro prático. Uma nova divisão (Production), nova arma, um novo calibre, algumas mudanças nas regras e muitos planos. Sem dúvida é praticamente um recomeço.  Sair de uma de Glock para um Tanfoglio é uma grande e notável mudança já no primeiro contato. Material, peso, gatilho, recuo, precisão, equilíbrio e até as mãos estão se adaptando aos novos calos. Ah! Por falar em equilíbrio, isto foi o mais senti. Apesar de estar atirando com um fator consideravelmente maior do que atirava, a Tanfoglio mostrou-se uma arma muito equilibrada e aí também entra o fator precisão. 

5- Como é sua rotina de treinos?
R: Treino em seco pelo menos 3 vezes por semana, 1 vez por semana vou até o Espaço Tático (estande indoor do meu amigo Flavio) e 1 vez por semana no CATO (estande aberto) onde treino exercícios mais complexos. Vale ressaltar que agora, após os treinamentos com o Jaime Saldanha Jr, eu aprendi como se deve treinar de verdade. Não faço muitos disparos por treino devido o alto custo dos insumos.

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Jaime e Dália em um dos cursos avançados realizados em Maceió em Jan/17.

6- O que acha do tiro em Maceió e no Brasil?
R: Apesar da antiga relação do país com o esporte, algumas pessoas ainda associam a prática do tiro com algo violento e espantoso, entretanto acredito que a marcante presença do tiro esportivo agora nas olimpíadas de 2016 tende a melhorar e mudar um pouco esse cenário. Já como CAC, citaria inúmeras dificuldades que nos deparamos e que comprometem nossa prática e consequentemente nosso desempenho. A começar por alguns incisos do R105, mas no momento não tornarei o assunto extenso. 

7- Quais são suas pretensões a curto prazo no Tiro Prático?
R: Neste ano de 2017 almejo o título de campeã brasileira na Production Damas e subir gradativamente no overall desta divisão. Pretendo fazer também algumas provas internacionais para ganhar experiência.

8- Possui algum outro apoio/patrocínio? Quais?
R: Além do apoio de vocês da Tanfoglio Brasil e Cursos Águia, eu recebi um apoio do Guga Ribas e da Lyon Bullets. Já estou usando todos os produtos da GR e os projéteis de 145gr modelo D20 da Lyon Bullets.

 

 

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Vida de Atleta – TV Gazeta

Materia super bacana para a TV Gazeta no programa Vida de Atleta com o simpatico Maurio Galera. Gravamos no CT Águia de Haia e durante uma etapa do campeonato paulista em Atibaia.
Assistam o vídeo:

 

Blindagem a toda prova – Volkswagen Magazine

Eu e meu pai, Roberto Saldanha, fomos convidados para participar desta matéria da revista Volkswagen sobre carros blindados. Vejam como é feito a montagem destes carros, cenas em super slow motion e mais… Ficou muito bacana! Assistam o vídeo:

Frontsight Magazine

Esta manhã eu recebi um e-mail do meu parceiro Raymond da Tachyon (cameras): “You are on the latest USPSA Frontsight magazine. Congrats again!”

Imaginei uma fotinho ou apenas meu nome, mas assim que abri, visualizei uma foto minha de página dupla. Agradável surpresa! Estou super feliz, pois a Frontsight é a principal revista/vitrine do tiro prático no mundo.

Confira a matéria feita pelo Bret Walley. Tive o prazer de conhece-lo no Florida Open e disparamos no mesmo squad em uma prova em Clearwater/FL. Gente finíssima!!!

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Final do XXVII Campeonato Brasileiro 2014

22/novembro/2014 5 comentários

A 6ª e última etapa do XXVII Campeonato Brasileiro de 2014 foi sediada no Clube de Tiro Pantanal em Cuiabá, na estrada que nos leva a Chapada dos Guimarães.

A FTMT esperava no mínimo 300 inscritos e apenas 240 compareceram. O fato da prova ter iniciado numa quinta-feira pode ter sido um fator limitante. Nem todos os competidores tem disponibilidade e podem “perder” dois/três dias de trabalho.

O MD da prova foi meu amigo Raphael, que com muita competência montou todas as pistas. Essa prova nos proporcionou um pouco de tudo: alvo móvel duplo com no shoot no meio, plates a 25m e tiros de mão forte a 23m. Tivemos a área 1 um pouco mais travada, área 2 de pistas abertas com muita corrida e área 3 mais conservadora. As pistas agradaram a todos. O RM foi o Belino, auxiliado pelos CM Lima, Frank e Cesar.

Na Open,  João Carlos venceu tranquilamente e garantiu o seu Tetra campeonato consecutivo (2011 a 2014). Na Production, a disputa da prova e do campeonato, mais uma vez, foi decidida na última pista. Allison, Felipe e Ishihara tinham chances de vencer. Mas quem teve mais “sangre frio” desta vez foi o competidor Allison – Campeão Brasileiro Production pela segunda vez (2008 e 2014) e mais 3 vezes campeão da divisão revolver (2004, 2004 e 2007).

A Production é a divisão que mais cresce no Brasil e no mundo. Aqui, o investimento no equipamento é menor por se tratar de uma pistola que deve manter a originalidade de fábrica. Outro ponto positivo é a durabilidade da arma e das cápsulas, 4 vezes superior se compararmos a Standard ou  a Open.

Nessa prova fiz um tiro consciente e conservador, na busca de uma boa pontuação. Não tive nenhuma “super” pista e só me “afundei” em uma. O resultado foi uma prova regular e boa margem dos demais competidores. Com esse resultado venci meu 12º campeonato brasileiro e 10º consecutivo, sendo: 4x de Standard (2011 a 2014) e 8x de Open (2001, 2002, 2005 a 2010).

Meus sinceros agradecimentos às pessoas mais que especiais: aos meus patrocinadores Tanfoglio, Lyon Bullets, Guga Ribas e Geco/Ruag; ao meu preparador físico Geraldo Castanha; aos meus pais Roberto e Suzana e a minha esposa Tatiane. Sem o apoio desta galera nada seria possível.

Segue abaixo alguns vídeos desta etapa. Peço desculpas, pois não consegui filmar todas as pistas!

 

Logo Lyon

Logo Guga

 

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World Shoot – US – 2014 – Final

Mais um campeonato mundial finalizado, meu 6°: Philipinas 99, Africa do Sul 02, Equador 05, Bali 08, Grécia 11 e US 14.

Como eu já havia relatado no post anterior, eu tive um péssimo primeiro do de prova e um pista zerada no quarto dia. Ontem, meu quinto e último dia, não foi nada bom. 2 miss e 1 PT me tiraram as esperanças de ficar entre os 5. Finalizei a prova em 9° com 94.29%.

Obrigado a todos que estão na torcida e mais uma vez estou voltando pra casa insatisfeito com o resultado e ao mesmo tempo feliz por estar entre os 10 do mundo. Cheguei bem preparado e fiz o meu melhor. Agora é pensar no próximo que será na França daqui 3 anos.

http://worldshootusa.com

World Shoot – US – 2014

17/outubro/2014 1 comentário

Hoje é meu dia de folga e resolvi relatar um pouco desta competição que está nota 1000.

Tivemos um pre match bem cheio e o match está com mais de mil atiradores. Aproximadamente 100 países participando e um show de organização por parte da turma do Frank Garcia da Universal Shooting e IPSC.

Eu já disparei 4 dias dos 5 e posso dizer que estou me divertindo como nunca. Esta sendo uma das provas mais prazeirosas que ja disputei nestes meus 18 anos de tiro pratico. Meus concorrentes são duros, estou competindo com o atual campeão mundial da Standard e da Production, Blake e Vogel, com os ex campeões Travis e Dave Savigny, com o atual campeão europeu JC Jaime e com o cara chamado Nils Jonasson que ganhou tudo aqui nos estados unidos nos 2 últimos anos.

Meu primeiro dia foi péssimo, tive 2 miss em uma só pista e mais um em um móvel complicado. Meu segundo dia foi excelente e pude recuperar boa parte dos erros cometidos no dia anterior. Terceiro dia foi regular, sem besteiras e sem nada muito expressivo. Já o quarto foi o meu melhor dia. Ganhei uma pista, segundo, terceiro em outras, mas tive um problema na minha última (stage 25). Uma munição, que por sinal foi feita por mim, parou no cano. Isso mesmo, munição sem pólvora. Zerei a pista e perdi 40 preciosos pontos.

Fiquei chateado e ao mesmo tempo tranquilo. Aguardei a parcial de ontem e pude ver que estaria em 4°, mas com a pista zerada perdi 3 posições.

Desde o inicio, meu objetivo aqui foi ficar entre os 3. Com este problema a situação ficou complicada, mas farei de tudo para conseguir. Tenho mais 20% da prova e vou dar o meu máximo para ganhar os pontos que preciso.

Obrigado a todos que estão aí na torcida. Mandarei notícias assim que tiver o resultado final.

Resultado parcial (faltando 1 dia de prova):

– Jonasson, Nils USA 1795.9895 88.0513
– Vogel, Bob USA 1789.6217 87.7391
– Sevigny, Dave USA 1773.3719 86.9425
– Panetta, Cosimo ITA 1766.4921 86.6052
– Jaime Diaz, Juan Carlos ESP 1732.4919 84.9383
– Dionisio, Jethro PHI 1726.5963 84.6492
– Saldanha Jr, Jaime BRA 1721.0917 84.3794
– Miguez, Blake USA 1681.8300 82.4545
– Batki, Gyorgy HUN 1677.9825 82.2659
– Midgley, Gregory GER 1624.2995 79.6340
– Bernabe Jr, Joseph PHI 1606.5210 78.7623
Tan, James PHI 1596.4537 78.2688
– Bragg, Emanuel USA 1594.9036 78.1928

Novo integrante no Team Tanfoglio Brasil

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Há algum tempo convidei um cara muito especial para fazer parte do Team Tanfoglio Brasil. Este atleta é atualmente um dos meus principais concorrente no Brasil na divisão Standard e companheiro de equipe do último Panamericano.

Nada mais justo do que incentivá-lo a alcançar vôos ainda mais altos. Embora seja meu adversário, nós dois só temos a ganhar com esta disputa sadia. E é essa a essência do nosso “fantástico ” IPSC.

Temos alguns critérios para agregar pessoas ao nosso time – habilidade, humildade, objetivos e ideais comuns. Além de amigo de longa data e companheiro de squad, é com muita honra que apresento Álvaro “Gatilho” Neto da Bahia como novo integrante do Team Tanfoglio Brasil. Álvaro veio somar e deixar nosso time ainda mais forte!

Eu acompanho seu desempenho há muitos anos. Álvaro disparou de Open durante muito tempo e tem o “dedo ligeiro”, como todo ex atirador de Open. Ele ficou um tempo fora dos campeonatos nacionais, mas quando retornou chegou com força total na divisão Standard.

Treinando desde sempre com nosso grande amigo César Castro, Álvaro cresceu e amadureceu no esporte. No ano de 2012 finalizou o ano como segundo do ranking brasileiro, ficando apenas atrás de mim. Vale ressaltar e lembrar que o título foi decidido na 5ª e última etapa do campeonato.

Álvaro vai estrear a camisa do Team Tanfoglio neste final de semana, na 2a etapa do brasileiro, em Palmas. Infelizmente, esta será a única prova que não irei. Além da Tanfoglio, Álvaro conta com o apoio da Lyon Bullets, Guga Ribas, Construtora Lustoza e Ferimport.

“Gatilho” seja bem vindo a família Tanfoglio Brasil!!! Desejo toda a sorte e estou certo que irá representar muito bem o nosso time.

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Tanfoglio: Stock II x Stock III

Após muitos questionamentos sobre as diferenças entre a Stock II e a Stock III, segue um post na tentativa de elucidar algumas questões.

Vou tentar ser o mais sucinto possível, mostrando as principais características e minha opinião pessoal.

1º Ponto: Tamanho

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Como vocês podem ver na foto ao lado a Stock III é um pouco maior. São 0,6″ a mais em relação ao slide/ferrolho, porém a diferença do barrel/cano é de 0,4″. Isso porque o cano da Stock II fica 0,2″ exposto.

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2º Ponto: Cano (tradicional x Bull Barrel)

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Na minha opinião, este é o ponto forte do modelo Stock II. Além dele ser Bull, ou seja, com paredes mais espessas e mais pesado, ele possui o raiamento poligonal somente encontrados nos modelos top race da Tanfoglio. O cano da Stock III é o tradicional com raiamento padrão.

3º Ponto: Conjunto do sistema de gatilho “Hammer” e “Sear”

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Como podemos observar, a Stock II (à direita) possui o hammer/cão aliviado, também somente encontrado nas pistolas top race da Tanfoglio. Já a Stock III possui o tradicional encontrados em toda linha. O Sear que é peça que trabalha em contato com o hammer também são diferenciados. Porém, na minha opinião, 95% dos atiradores não irão notar nenhuma diferença neste item.

4º Ponto: Acabamentos e calibres

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Para o modelo Stock II a fábrica disponibiliza os 3 modelos possíveis: Cromo duro (padrão), Oxidado e GK (pintura de alta resistência que pode ser encomendado na cor cinza ou preta). Já no modelo Stock III podemos optar pelo Oxidado (padrão) ou em cromo duro: Stock III Special (foto à esquerda).

O modelo Special, além de receber um acabamento em cromo duro, também vem originalmente com talas de alumínio e pad/bumper na cor preta.

Porém, independente de qualquer modelo escolhido, o cliente tem a opção de solicitar a sua Stock, seja o modelo II ou III em qualquer configuração. Essa é uma facilidade de comprar direto da fábrica.

Até o final do ano passado, a fabrica estava produzindo a Stock III somente no frame “small”, limitando apenas aos calibres 9x19mm, que é proibido no Brasil e 9x21mm, que acaba sendo um calibre inviável para nós brasileiros. Agora em Janeiro de 2013, no Shot Show, eles divulgaram este modelo também com frame “large”, expandindo assim para calibres como o .40S&W e o 38SA (super).

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5º Ponto: Recoil Control

Quando eu e meu pai, Roberto Saldanha, testamos estes dois modelos na fábrica italiana, nós utilizamos munição original Fiocchi no calibre 9mm. Deixamos as 2 pistolas preparadas e fizemos alguns testes básicos de precisão para começar, logo em seguida efetuamos alguns disparos em velocidade. Na precisão nada a relatar, as 2 fizeram um agrupamento similar e excelente. Já no teste de double tap e seis disparos contínuos, tivemos uma surpresa. Tanto eu como o meu pai conseguimos acelerar um pouco mais com a Stock II. É exatamente por isso que ela é considerada a melhor Production da atualidade.

6º Ponto: Stock II no topo do mundo

Como alguns já sabem, o patrocinado pela Tanfoglio, atual 5 vezes campeão mundial da divisão open e considerado por muitos o melhor atirador de todos os tempos, o francês Eric Grauffel, está atualmente disparando de Stock II na divisão production. Eu não tenho dúvidas que teremos esta arma no topo de todas as principais competições pelo mundo inteiro.

Com uma visão menos abrangente, nós tivemos 4 Tanfoglio Stock II entre os 5 primeiros do ranking brasileiro de 2012. Sendo que os 2 primeiros, Luis Ishihara e Allison, fazem parte do “Team Tanfoglio”, no qual eu e meu pai formamos e patrocinamos com muito orgulho e satisfação.

7º Ponto: Preço

A Stock III é uma excelente opcão para quem quer economizar algo em torno de R$ 2.000,00. Neste ano de 2013, a Tanfoglio Brasil acredita o número de pistolas modelo Stock III seja equivalente ao modelo Stock II.

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Entrevista para o site do clube Orion

11/dezembro/2012 1 comentário